Suzano, 22 de Março de 2013
'Os Vertebrados'
Atualmente, são conhecidas cerca de 50 mil
espécies de vertebrados. Essas espécies variam em tamanho, forma, hábitos e
vivem em diversos habitats, que vão do fundo dos oceanos ao topo das montanhas.
Essa extraordinária diversidade é produto de centenas de milhões de anos de
evolução.
Os vertebrados são animais
do filo dos cordados, que apresentam coluna vertebral. Nós, seres humanos, também
pertencemos ao filo dos cordados do reino animal.
Segundo o conhecimento científico atual, os
vertebrados mais antigos eram animais aquáticos primitivos aparentados das
lampréias. Eles não tinham mandíbulas (estrutura que se articula na boca e
permite o movimento de mastigação) e apresentavam uma pesada carapaça óssea que
os recobria completamente.
Hoje, a hipótese mais provável afirma que
os peixes ósseos atuais se originaram de peixes sem mandíbula. Acredita-se,
também, que dos peixes ósseos originaram-se os anfíbios, e destes vieram os
répteis. Os répteis por sua vez, deram origem às aves e aos mamíferos.
Na história evolutiva dos vertebrados, a
ocupação efetiva do ambiente terrestre veio a ocorrer com os répteis, graças a
algumas características desses animais, como: o ovo com casca (que protege o
embrião da desidratação), a pele seca e os pulmões mais eficientes.
'Evolução dos Vertebrados'
Após lermos o texto e assistir ao vídeo “Evolução dos Vertebrados” chegou o momento de deixarmos registrado nossa
impressão sobre esse conteúdo tão explorado nesse bimestre.
ü Tarefa 1
O seu grupo deverá enviar o produto final da visita ao
zoológico até o dia 18/04/2013 para o e-mail
sabrinaprofessora@ferreiramaster.com.br
ü Tarefa 2 – até o dia 19/04/2013
Você deverá ler o texto abaixo e postar um comentário sobre a
evolução dos vertebrados e em especial sobre o ornitorrinco.
‘Ornitorrinco
é confirmado como ave, réptil e mamífero’
E Estudos sobre o genoma do ornitorrinco, o estranho animal com pele,
pêlos, bico de pato, rabo de castor e patas com membranas, apontaram que o
animal é, ao mesmo tempo, um réptil, um pássaro e um mamífero, segundo
relatório publicado pela revista Nature.
A
espécie de 40 cm de comprimento faz parte da família dos monotremados: a fêmea
produz leite para alimentar os filhotes e são ovíparos. Sua pele é adaptada à
vida na água e o macho possui um veneno comparável ao das serpentes.
"O
genoma do ornitorrinco (Ornithorhyncus anatinus), assim como o próprio animal,
apresenta um amálgama de características que pertencem a um réptil ancestral e
são derivadas de mamíferos", segundo os pesquisadores. Alguns dos 52
cromossomos, ligados às características sexuais, correspondem também a aves.
O sequenciamento
do genoma do ornitorrinco foi realizado com uma fêmea, batizada de Glennie, que
vive na Austrália. Equipes de oito países participaram da pesquisa, entre os
quais Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra e Espanha.
Ao longo
da análise, os cientistas compararam o genoma de Glennie ao de homens,
cachorros, ratazanas, gambás e galinhas: o ornitorrinco compartilha 82% de seus
genes. Este animal conta com 18,5 mil genes, dos quais dois terços também
aparecem no homem.
O
ornitorrinco nada com olhos, ouvidos e narinas fechados, guiando-se graças a
receptores sensoriais em seu bico para detectar os campos elétricos emitidos
por suas presas. Além disso, a fêmea não possui tetas para amamentar os
filhotes - estes sugam o leite que sai da pele da mãe, como os marsupiais.
Fonte:
AFP 07 maio de 2008.
Profª
Sabrina
Ciências
Bons
Estudos!